Ex-jogador do Santos pede ajuda após doença no coração o deixar paralítico

Escrito por em 23/10/2020

Silvio Fiuza, de 63 anos, já jogou pelo Santos e atualmente trabalhava como motorista de aplicativo, ficando sem sua fonte de renda após perder os movimentos das pernas.

Silvio Fiuza, que sempre foi muito ativo e até jogou pelo Santos, perdeu movimentos das pernas após rompimento de aorta — Foto: Arquivo pessoa

O motorista de aplicativo Silvio Fiuza, de 63 anos, teve sua vida transformada ao perder os movimentos da perna após uma grave doença no coração. Antes de virar motorista, Fiuza chegou a defender profissionalmente o Santos Futebol Clube durante seis anos. Agora, o idoso é movido pela esperança de recuperar os movimentos e ter oportunidade de retomar sua vida. Para isso, ele necessita de acompanhamento profissional diário, mas os custos do tratamento ficaram muito altos. Para ajudá-lo, foi criada uma ‘vakinha online’.

Fiuza relata que trabalha realizando viagens por meio de carro por aplicativo e ainda não é aposentado. “Eu já tinha viagens fechadas com empresas. Comecei a sentir dor nas costas alguns dias antes do que aconteceu, na altura da lombar, mas achei que era porque estava trabalhando muito, já que minha rotina era trabalhar de 10h a 12h diariamente, já que só ganho quando trabalho”, diz.

A dor nas costas se tornou ainda mais forte em uma noite que chegou do trabalho e foi se deitar, no final do mês de agosto. Naquele dia, Fiuza relata que foi até o hospital dirigindo seu carro, mas no meio do caminho perdeu os sentidos.

“Sorte que tinha um vigia que chamou o Samu, que foi me atender e me levou até a Santa Casa de Santos. Uma semana depois, após fazer vários exames, os médicos falaram que a aorta rompeu e por isso teve a paralisia da cintura para baixo. Mesmo assim, eles me disseram que nunca viram casos de pessoas que sobreviveram e não ficaram em estado vegetativo, então a forma que estou, ainda sim, foi um milagre”, afirma.

O motorista de aplicativo Silvio Fiuza, de 63 anos, teve sua vida transformada ao perder os movimentos da perna após uma grave doença no coração. Antes de virar motorista, Fiuza chegou a defender profissionalmente o Santos Futebol Clube durante seis anos. Agora, o idoso é movido pela esperança de recuperar os movimentos e ter oportunidade de retomar sua vida. Para isso, ele necessita de acompanhamento profissional diário, mas os custos do tratamento ficaram muito altos. Para ajudá-lo, foi criada uma ‘vakinha online’.

Fiuza relata que trabalha realizando viagens por meio de carro por aplicativo e ainda não é aposentado. “Eu já tinha viagens fechadas com empresas. Comecei a sentir dor nas costas alguns dias antes do que aconteceu, na altura da lombar, mas achei que era porque estava trabalhando muito, já que minha rotina era trabalhar de 10h a 12h diariamente, já que só ganho quando trabalho”, diz.

A dor nas costas se tornou ainda mais forte em uma noite que chegou do trabalho e foi se deitar, no final do mês de agosto. Naquele dia, Fiuza relata que foi até o hospital dirigindo seu carro, mas no meio do caminho perdeu os sentidos.

“Sorte que tinha um vigia que chamou o Samu, que foi me atender e me levou até a Santa Casa de Santos. Uma semana depois, após fazer vários exames, os médicos falaram que a aorta rompeu e por isso teve a paralisia da cintura para baixo. Mesmo assim, eles me disseram que nunca viram casos de pessoas que sobreviveram e não ficaram em estado vegetativo, então a forma que estou, ainda sim, foi um milagre”, afirma.

Fonte G1


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