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Luan Santana É Vítima De Fakenews
07/11/18

Luan Santana afirmou nesta segunda-feira (5) que nunca utilizou o recurso obtido pela Lei Rouanet. O cantor teve o projeto aprovado pelo ministério da Cultura. De acordo com cantor, em 2014, o projeto teve a verba de R$ 4,1 milhões para o a turnê; Nosso Tempo é Hoje – Parte II”.

Segundo comunicado onde o cantor aparece lado do pai, Amarildo, ele nunca utilizou essa verba.

No ano de 2014, a empresa LS Music, empresa que agencia a carreira musical de Luan Santana, recebeu da Ideas, agência de publicidade e de captação, que presta serviços terceirizados à LS, uma apresentação (feita pela própria IDEAS), que foi entregue ao Ministério da Cultura. A apresentação tratava-se de projeto artístico, nos moldes e condições exigidas pela Lei 8.313/2001″, inicia o comunicado.

Luan ainda afirmou que agência Ideas foi responsável pela apresentação do projeto ao MinC. Porém na documentação consta que a própria L S Music Produções Artísticas Ltda foi a proponente.

Vale destacar que a Lei Rouanet tem objetivo de incentivar ações culturais. A aprovação não garante que o projeto será patrocinado. É apenas o aval para que o artista busque o valor junto a empresas, que têm em troca abatimento de imposto proporcional ao valor investido. A comissão de avaliação reúne representantes de artistas, empresários e sociedade civil.

O comunicado informou que o projeto “tinha por objetivo o desenvolvimento de turnê ‘O Nosso Temo é Hoje – Parte II’. O projeto compreendia a realização de eventos exclusivos e diferenciados em 15 cidades de diversas regiões do território nacional”.

Mas o comunicado informou inclusive que Luan desistiu da execução do projeto e que em 2016 pediu arquivamento do mesmo.

No entanto, o texto ainda diz que o cantor, recentemente, desenvolveu e custeou com recursos próprios a turnê “Live Móvel”, na qual concretizou o seu objetivo de levar a música a diversos locais do território nacional e às mais variadas pessoas, sem cobrança de ingressos. Nenhum auxílio governamental foi prestado. Tudo foi idealizado e concretizado com recursos próprios e, assim, atingiu-se o objetivo, ainda que em menor escala, de levar a música a pessoas que, muitas vezes, jamais tinham assistido a um show ou não teriam condições de adquirir ingressos.

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