Paciente internada com Covid-19 é surpreendida com pedido de casamento na saída do hospital

Escrito por em 09/07/2020

Foto: Divulgação/Hospital Ipiranga

Equipe da unidade de saúde de Arujá ajudou na organização da surpresa, que teve direito a música especial e buquê de flores. Diana Bianca da Silva precisou ficar seis dias internada por causa da doença.

A história de uma paciente de 25 anos que permaneceu seis dias internada devido a complicações provocadas pela Covid-19 terminou com final feliz em dose dupla em Arujá, na região metropolitana de São Paulo.

Ao ter alta na última sexta-feira (3), Diana Bianca da Silva foi surpreendida não só com os aplausos de dezenas de profissionais da saúde que a esperavam na saída, mas principalmente com um pedido de casamento: o noivo, Flávio Valdivino Malaquias, teve a ideia e preparou toda a surpresa no período em que Diana se recuperava da doença

Foi até um susto. Até então achei que era apenas um agradecimento, por eu ter passado a semana lá e conseguido sair bem do hospital, graças a Deus. Como em todos os lugares estava tendo, achei que o máximo que aconteceria eram aquelas plaquinhas de que venci a Covid-19. Imaginei que seria isso, e não que no final sairia um pedido de casamento. Então ele conseguiu me surpreender”, conta Diana.

Flávio e Diana se conhecem há nove anos e estão noivos há quatro. Ele conta que a ideia do pedido de casamento no hospital surgiu dois dias antes de a noiva ter alta.

Naquele momento, ela já apresentava melhora em seu quadro, então Flávio começou a colocar o plano em ação. Para isso, contou também com a colaboração de profissionais do próprio hospital, onde trabalha a irmã dele.

“A gente já tinha planejado de se casar, mas nunca teve um pedido oficial. Somos noivos há quatro anos e temos vontade de casar, lógico. Estávamos fazendo planos. Aí veio a doença e acabou atrapalhando. Então tive a ideia: já que ela está passando por uma fase difícil, mas graças a Deus está conseguindo atravessar, vamos fazer um pedido oficial, né? Aproveitar a oportunidade dessa fase difícil e levar um pouco de alegria para ela”.

“Combinei com todo mundo do hospital, comprei o buquê de flores. Todo mundo apoiou, achou legal da minha parte. Então decidi fazer”, diz Flávio, que tem 29 anos e trabalha como impressor gráfico.

O tempo para preparar a surpresa não foi grande, mas, no dia de colocar o plano em prática, tudo saiu como Flávio esperava.

“Fizemos um corredor, e eu fiquei escondido atrás de todo mundo, agachado. Quando ela saiu do elevador, a gente colocou a música que ela gosta, e o corredor se abriu. Quando abriu, eu estava esperando a Diana no fim, com o buquê de flores e a plaquinha perguntando se ela queria se casar comigo. Ela aceitou meu pedido, chorou bastante. Aí fizemos um discurso breve, agradecendo o pessoal do hospital pela oportunidade e pela cura da doença”.


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