A Copa do Mundo de 2026 já provocou uma grande mudança no comando das seleções nacionais. Mesmo antes do encerramento do torneio, 14 dos 48 treinadores que iniciaram a competição deixaram seus cargos, entre demissões, pedidos de demissão e encerramentos de contrato.
Entre os nomes que já deixaram as seleções estão técnicos de equipes tradicionais, como Julian Nagelsmann (Alemanha), Marcelo Bielsa (Uruguai), Ronald Koeman (Holanda), Roberto Martínez (Portugal), Zlatko Dalić (Croácia), Javier Aguirre (México) e Carlos Queiroz (Gana).
A pressão por resultados imediatos fez desta edição do Mundial uma das que registraram maior troca de treinadores da história da competição. Em muitos casos, as saídas ocorreram logo após eliminações precoces ou campanhas consideradas decepcionantes pelas federações nacionais.
Especialistas avaliam que o aumento do número de seleções na Copa, de 32 para 48 participantes, também elevou as expectativas sobre desempenho, tornando ainda menor a margem para erros dos comandantes das equipes.