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Imagem: G1
Operação prende MC Ryan, dono da Choquei e outros influenciadores por suspeita de lavagem de dinheiro
Ação da Polícia Federal investiga esquema bilionário envolvendo rifas ilegais, apostas e movimentações financeiras suspeitas
Por Música FM
16 de Abril de 2026 às 09:40
Uma operação da Polícia Federal prendeu o cantor MC Ryan SP, o influenciador conhecido como dono da página Choquei e outros investigados por suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro e atividades ilegais.
A ação faz parte da Operação Narcofluxo, que apura a movimentação de mais de R$ 1,6 bilhão por meio de transações suspeitas ligadas a apostas online ilegais, rifas digitais e possível relação com o tráfico de drogas.
Segundo as investigações, o grupo utilizava influenciadores e artistas com grande alcance nas redes sociais para promover plataformas ilegais e dar aparência de legalidade às movimentações financeiras.
O funkeiro MC Ryan SP foi preso no litoral de São Paulo, durante uma festa, e teve bens apreendidos, incluindo veículos de luxo, dinheiro em espécie e equipamentos eletrônicos.
Entre os alvos também está Raphael Sousa Oliveira, apontado como responsável pela página Choquei, que soma milhões de seguidores e grande influência nas redes sociais.
De acordo com a Polícia Federal, o esquema envolvia o uso de “laranjas”, empresas de fachada e até criptomoedas para ocultar a origem dos recursos, dificultando o rastreamento pelas autoridades.
Além disso, os investigados ostentavam nas redes sociais um estilo de vida luxuoso, com festas, carros e viagens, o que, segundo a polícia, pode ter sido financiado com dinheiro ilícito.
Outro ponto que chamou atenção das investigações foi a exposição pública de valores por parte dos envolvidos. Em um dos episódios, MC Ryan chegou a mostrar uma conta bancária com valores elevados em vídeo, afirmando que já estava sendo monitorado pelas autoridades.
Ao todo, a operação cumpriu dezenas de mandados de prisão e busca em vários estados do país. Os investigados podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
A Polícia Federal segue com as investigações para identificar outros envolvidos e aprofundar o rastreamento dos recursos movimentados pelo grupo.
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